Dicas de livros de Hematologia para estudantes e generalistas!

A especialidade Hematologia possui certas peculiaridades, o que leva muitas pessoas a considerá-la uma área complexa. Porém o que poucas pessoas sabem é que se pode iniciar estudos com bons livros da especialidade sem ter que pagar muito caro por isso. Da mesma maneira, se um profissional, um médico generalista por exemplo, que deseja ter uma referência em hematologia pode também buscar esses livros e não terá nada a desejar em relação a muitos por aí.

Nesse post vamos enumerar alguns livros que possuem boa relação custo-benefício e permitirão o leitor ter uma referência boa para os seus estudos ou para auxiliá-los nas atividades diárias.

Antes de detalhar sobre os livros que separei é importante enfatizar que a medicina é uma área em constante atualização e transformação. Por isso é sempre bom consultar referências atualizadas se está em busca de novas terapias e novos métodos diagnósticos. E, como sabemos, as fontes mais atualizadas são os artigos e periódicos científicos.

Fundamentos em Hematologia, Hoffbrand

O primeiro livro é um pequeno clássico. De fato, o autor/editor do livro, o Victor Hoffbrand, é conhecido por outras grandes obras do campo da hematologia como o Atlas Ilustrado e o Postgraduate Haematology.

O livro é resumido, que tem como base o livro-texto maior do mesmo autor. É ricamente ilustrado e possui uma excelente abrangência de temas que são relevantes para o estudante e para o generalista. Dessa forma, torna acessível informações confiáveis para todos os interessados. Se, por outro lado, o leitor tem grande interesse no aspecto molecular da hematologia, algo muito relevante nos últimos dias, o livro não é um forte aliado, porém em patologias, como a leucemia mieloide crônica por exemplo, em que a biologia molecular é imprescindível o texto não deixa a desejar.

É um livro que possui excelente relação custo-benefício e está em português. Ah! É bom lembrar que possui o livro em formato e-book, ou seja, pode-se ler no seu dispositivo móvel, podendo assim ser consultado a qualquer hora! Importantíssimo nos dias atuais.

Manual Bethesda de Hematologia Clínica

Este é um outro clássico sob a forma de manual. Com autores renomados internacionalmente é também um livro que, apesar de mais resumido, cumpre muito bem o papel de transmitir o conhecimento acerca da hematologia. É um pouco mais caro que o primeiro livro citado, mas possui excelente relação custo-benefício também. Por ter autores muito relacionados com instituições de saúde nacionais americanas ele traz o conhecimento de forma pragmática com muitas tabelas e fluxogramas.

A edição desse volume é de 2018 e está em português. Assim como o primeiro título apresentado também é possível adquirí-lo, além do formato tradicional, sob o formato de livro digital, o que pode garantir a leitura em diversos dispositivos móveis, geralmente mais barato também.

Tratado de Hematologia

O terceiro livro é também um clássico escrito por autores brasileiros. O custo é maior que o livro anterior, porém o acabamento do livro é mais trabalhado e com volume de páginas também maior. É um livro de referência no país, sendo utilizado como instrumento de trabalho e consulta por diversos profissionais hematologistas. Mas isso não quer dizer que ele não é também um aliado e uma excelente ferramenta para estudantes e generalistas.

Possui excelentes referências trazidas em capítulos muito bem escritos pelos renomados profissionais do Brasil que colaboram com o texto. Outro aspecto é que a linguagem é muito clara e o texto conciso permite ao leitor, se estudante, rápida compreensão do que é lido. Isso é muito bom para quem busca uma boa referência e não possui exclusividade para o estudo da hematologia.

O texto como é nacional está em português. A edição é de 2013 e o custo é um pouco maior que o livro apresentado anteriormente, sendo as únicas desvantagens do tratado.

Guia de Bolso de Hematologia

Outro livro nacional, o “Guia de Bolso de Hematologia” é muito bom naquilo que se propõe. Como o próprio titulo sugere trata-se de um guia de referência rápida que é excelente para aqueles que possui atendimento de casos clínicos que demandam algum conhecimento de hematologia. Assim, é bom avisar, ele não é um livro para referência no assunto, pois é resumido, mas é completo naquilo que é rotineiro no cuidado hematológico.

Tive a oportunidade de comprá-lo em um congresso da especialidade e o prazer de ter na lista de colaboradores do livro colegas de profissão. É uma excelente ferramenta para o residente de hematologia, que está iniciando a carreira e os estudos, permitindo a solução de dúvidas sobre temas que muitas vezes são recorrentes.

Uma excelente vantagem do livro é, sem dúvida, o preço que é bastante em conta. Outra característica adicional importante de ser lembrada é a atualidade do texto, haja vista que é um dos últimos livros nacionais lançados.

Hemograma – Manual de Interpretação, Renato Failace

Mais clássico da hematologia nacional, esse livro se distingue dentre os demais por focar no principal exame médico, o hemograma. É fato que apesar de ser o exame mais requisitado na prática clínica é muitas vezes superficialmente analisado. Assim por meio desse livro prático o autor se compromete a desvendar os “mistérios” que muitas vezes não são visualizados nas entrelinhas dos resultados do hemograma, seja por desconhecimento ou meramente por pressa e não ter a noção de importância daquela informação.

Esse livro não é de hematologia geral, mas resolvi pô-lo aqui na nossa lista, pois muitas vezes o que motiva solicitação de pareceres especializados a um hematologista é a alteração no hemograma, que muitas vezes é algo relacionado a técnica do próprio exame ou da patologia de base, não se configurando, dessa forma, alteração hematológica verdadeira.

Apesar de parecer muito técnico no início do texto o livro não é complexo, apenas se trata de zelo do autor em esgotar temas relacionados à área analítica e dar suporte ao leitor para os capítulos subsequentes.

É um texto, como já afirmei, muito prático com diversos casos para exemplificar. Está em português, também é disponível em formato de e-book e possui boa relação custo benefício. Porém, como também afirmei, não é um livro de hematologia geral, sendo mais específico sobre o hemograma. é uma excelente ferramenta para o estudante que está iniciando o contato com o mundo dos exames laboratoriais e não deseja apenas se contentar com o que ouve e quer buscar uma fonte confiável. O mesmo vales para os residentes das diversas especialidades clínicas que conforme se aprofunda no conhecimento específico da sua área nota como o sangue é sensível aos mais diversos processos patológicos.

Esse post apenas citou alguns textos que estão disponíveis em português de livros-texto que estão disponíveis para compra e possuem boa relação custo-benefício. Isso torna o acesso ao conhecimento da especialidade viável e possível a estudantes de graduação, residentes e profissionais, que mesmo já formados, possuem interesse na ciência do sangue e acreditam que o conhecimento pode transformar as suas atividades diárias.

“Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe.”

Leonardo da Vinci

Se acham que o tema é relevante posso também mostrar livros-texto que estão em inglês e também possuem preços acessíveis a estudantes e residentes. Ou acham que livros que abordem a parte laboratorial da hematologia? E da medicina transfusional? Comentem e sugiram. Espero que tenha contribuído de alguma forma.

Foto: Photo by Oladimeji Odunsi on Unsplash

Curta animação sobre eosinofilia

Eosinofilia, o que é isso?

Tem vídeo novo no Canal do YouTube. Passe lá rápidinho e dá um olhada. Vídeo curto, sob forma de animação, sobre uma manifestação hematológica, a eosinofilia. O aumento de eosinófilos tem as suas causas e pode gerar consequências importantes, inclusive cardiovasculares. Veja uma introdução no vídeo e mais detalhes em www.hematonaweb.com . Eosinofilia é a elevação da contagem dos eosinófilos no sangue. E o que é eosinófilo? Os eosinófilos são células do sangue, eles fazem parte do grupo de células do sangue chamadas de glóbulos brancos, os leucócitos. Geralmente acima de 500/μL considera-se como valor aumentado. Os eosinófilos podem estar elevados em problemas dermatológicos, alérgicos, devido ao uso de medicamentos ou por causa de intoxicações. Patologias reumáticas e alguns problemas endócrinos também podem provocar eosinofilia. A preocupação de muitas pessoas é se é algum tipo de câncer. Felizmente não é comum, mas para a correta avaliação somente o especialista poderá garantir qual a causa e como deve ser tratado. Achou interessante? Nosso sangue é repleto de curiosidades que podem ser explicadas de forma mais simplificada. Se gostou compartilhe. Se tem ideia de algo sugira, aliás, eosinofilia foi uma sugestão…

Eosinofilia o que é isso?

Eosinofilia é a elevação da contagem dos eosinófilos no sangue. E o que é eosinófilo? Os eosinófilos são células do sangue, eles fazem parte do grupo de células do sangue chamadas de glóbulos brancos, os leucócitos. Geralmente acima de 500/μL considera-se como valor aumentado.

Causas

As causas da eosinofilia são diversas. Pode ocorrer aumento devido às doenças alérgicas, doenças infectoparasitárias, doenças da pele e até mesmo drogas provocando intoxicações e medicações. Não raramente a investigação da causa é frustrante, pois não há confirmação da possível origem para o aumento dos eosinófilos.

Lesões cutâneas e prurido podem estar presentes na eosinofilia. Imagem de Anastasia Gepp por Pixabay 

A manutenção de níveis aumentados dos eosinófilos por tempo igual ou superior a 6 meses pode ser associado a consequências significativas, podendo afetar outros órgãos, principalmente se a elevação é superior a 1.500/μL. Nessa situação realizamos o diagnóstico de Síndrome Hipereosinofílica. Muitas vezes o diagnóstico é desafiador, sendo necessário exames mais específicos, como avaliação de medula óssea e pesquisas moleculares a fim de se avaliar alterações genéticas (gene de fusão FIP1L1-PDGFRA), esse exame não está na tabela do SUS, o que por vezes pode dificultar a conclusão diagnóstica da Leucemia Eosinofílica Crônica.

Doenças reumáticas, como Vasculite de Churg-Strauss e lupus eritematoso sistêmico também podem levar a elevação significativa dos eosinófilos. Doenças endócrinas, como a insufiência da glândula adrenal podem também causar eosinofilia.

Doenças malignas como a leucemia citada anteriormente, felizmente, não é comum. Da mesma forma, outras malignidades também raramente podem levar eosinofilia, como por exemplo as leucemias mieloide crônica e linfoide aguda. Tumores sólidos também raramente podem causar eosinofilia.

A avaliação médica e tratamento

Avaliações do sangue e, não raramente, da medula óssea são necessários para o diagnóstico. Photo by Paweł Czerwiński on Unsplash

Como afirmei, o diagnóstico nem sempre é fácil, daí a necessidade de se buscar avaliação do especialista, no caso o hematologista. Isso é de suma importância a fim de se evitar o diagnóstico tardio e com complicações graves, como cardíacas, por exemplo.

Exames moleculares podem mostrar mutações que originam o quadro de eosinofilia. Photo by National Cancer Institute on Unsplash

O tratamento depende da causa da eosinofilia, pois tratando-se a causa pode-se normalizar a contagem de eosinófilos no sangue. Porém se já tem lesões por causa da eosinofilia, nem sempre são reversíveis, mesmo com a normalização da quantidade de células. Isso reforça a necessidade de não se postergar o diagnóstico.

Achou interessante? Nosso sangue é repleto de curiosidades que podem ser explicadas de forma mais simplificada. Se gostou compartilhe. Sem ideia de algo sugira, aliás, eosinofilia foi uma sugestão…

Foto do topo da página: By Ed Uthman, MD, Houston, Texas, USA – Own work, CC BY 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=10813548

Grupos Sanguíneos e COVID-19

Vem sendo noticiado na mídia que portadores de determinado grupo sanguíneo teria chance maior de contrair o vírus. É verdade? Há um risco maior de morte?

Vamos conversar um pouco sobre isso.

Vírus COVID-19

Esse questionamento iniciou a partir de artigo (link abaixo) que mostrou os resultados de um estudo com 2173 pacientes evidenciando que aqueles que eram do grupo sanguíneo A tinham um risco maior de adquirir COVID-19 comparativamente aos pacientes do grupo sanguíneo O.

Reprodução da capa do artigo

Os próprios autores do estudo pedem cautela na interpretação das informações publicadas e enfatizam que são dados precoces.

Antes de fazer alarde dessa informação devemos ter ideia que a distribuição dos grupos sanguíneos na população por todo o planeta não é homogênea. Basta uma pesquisa rápida na Wikipedia, por exemplo, que podemos notar a distinta distribuição de grupos sanguíneos em cada local no mundo. Isso é uma informação importante que deve ser considerada nos casos de inquéritos em que se avalia se a distinção de determinado achado se deve pelo grupo ou simplesmente que o grupo é mais representativo. Isso costuma ser “reequilibrado” pela estatística.

Dados de Grupos sanguíneos por país. Fonte: Wikipedia
Gráfico com comparação de grupos sanguíneos entre populações. Notamos que no Brasil o grupo O+ é ligeiramente superior ao A+ e o grupo AB- é o mais raro.

Relatos adicionais de outros autores confirmaram o achado inicial dos chineses, porém acrescentou-se que não houve distinção no comportamento da patologia uma vez o paciente tenha sido infectado.

Artigo posterior confirmando o achado de diferenças entre grupos sanguíneos nas manifestações do COVID-19

Outros autores confirmaram o achado e buscaram explicações. Sabe-se que as proteínas ABO(H) que dão origem aos grupos sanguíneos não são expressadas exclusivamente nas hemácias, ou seja, a presença dessas proteínas em células do endotélio vascular poderiam proteger os pacientes do grupo não-A da coagulopatia.

Sabe-se que dadas doenças são mais comuns em determinados grupos sanguíneos, como é o caso da malária cerebral que é menos comum em portadores no grupo O. Outro exemplo é o nível de Fator de Von Willebrand (tem postagem sobre isso também) para definir como deficiência é distinto entre grupos sanguíneos.

CAUTELA

Sempre que há algum estudo ou relato científico apontando distinção da presença de um achado comparando-se uma característica específica, aqui no caso o grupo sanguíneo, devemos ter muita CAUTELA. Isso porque pode criar a falsa sensação de que não faz parte de um grupo que tem risco, o que sabemos que não é dessa forma que funciona na Medicina. Os estudos científicos quando apontam que um problema é mais comum em um segmento X em comparação aos representantes do grupo Y, pois é 20% mais comum no primeiro isso pode traduzir como probabilidade 20% maior, porém não significa risco zero no que é menor. Por isso uma advertência é considerada em um estudo que reproduziu o achado de maior risco da doença no grupo A, mas reforça que isso não deve ser motivo para “relaxamento” do grupo O.

“…, contudo pessoas com grupo O não devem considerar o vírus de forma relaxada e deve ainda tomar precauções a fim de evitar aumento do risco de infecção.”

Por fim, devemos ter também em mente que nada na Medicina e na ciência como um todo é definitivo, pois sempre há estudos mais novos que tendem a confirmar ou questionar um achado anterior, como Albert Einstein afirma ” A ciência, como um todo, não é nada mais do que um refinamento do pensar diário.” E assim segue um trabalho atrás de outro a fim de se buscar possíveis causas das diferenças. Daí surgem hipóteses que anticorpos Anti-A, presentes em indivíduos do grupo sanguíneo O e B poderiam ser um fator protetor. Outro estudo, por sinal avaliou 1559 pacientes testados, dos quais 682 foram positivos para COVID-19, e confirmou o que outros apontaram da maior probabilidade em indivíduos do grupo A, porém não mostrou maior risco de entubação e morte nesse grupo comparativamente aos demais.

Artigo que mostra a não relação de mais entubação e mortes quando comparados os grupos sanguíneos.
“Nós não identificamos quaisquer relações significativas entre os grupos sanguíneos e entubação ou morte devido ao COVID-19”

Uma coisa é certa

Não há tratamento definitivo comporvadamente eficaz para o COVID-19. Ainda deverão ser publicados muitas pesquisas e estudos sobre essa patologia, uma doença nova, cuja evolução não é completamente conhecida. Dessa forma, isso reforça a necessidade de todos nós tomarmos todas precauções a fim de se evitar contaminação.

Se gostou, compartilha.

Tem alguma ideia que deveria ser tema aqui? Sugira.

O QUE É NEUTROPENIA FEBRIL

Quando o paciente oncológico está sob tratamento, quimioterapia, por exemplo, há o risco de queda de células sanguíneas. Dentre as células que caem destacam-se os neutrófilos. Os neutrófilos é um tipo de glóbulo branco (leucócito) cuja principal função é servir como primeira linha de defesa contra agentes bacterianos. Logo se há uma queda significativa dos neutrófilos, o que acontece após alguns tratamentos baseados em quimioterapia e radioterapia, há possibilidade também de ocorrer infecções.

Definição

A definição de neutropenia é a redução da quantidade de neutrófilos abaixo de 1.500/mm3, mas consideramos significativo se a queda é para valores inferiores a 1.000/mm3 e é grave se ocorre abaixo de 500/mm3. Por outro lado a febre é a elevação da temperatura corporal, acima de 37,8˚C.

A associação de febre no paciente que está com neutropenia é uma situação de emergência hematológica que se não reconhecida e tratada de forma correta e breve pode levar a sérias complicações, inclusive morte.

Prevenção

Há formas de prevenir a neutropenia. Na maioria dos casos não é necessária a prevenção, porém se é conhecido que um esquema de quimioterapia causa neutropenia de forma significativa realiza-se a prevenção com medicações que são estimuladores de granulócitos. A dose depende do esquema quimioterápico, da idade, da história prévia, entre outros.

Tratamento

O tratamento da neutropenia é com as mesmas medicações que são usadas para prevenção, mas se ocorre febre, ou seja estamos diante da NEUTROPENIA FEBRIL, é necessário também o uso de anitbióticos. Por isso é essencial que seu médico estaeja sempre ciente do que está acontecendo com você, pois no caso de NEUTROPENIA FEBRIL é recomendado a ida para um serviço de urgência a fim de que seja instituído medidas que poderão salvar vidas. O antibiótico depende da causa neutropenia, se estava usando antibiótico previamente, se há sinais de gravidade, entre outros.

Uma coisa é certa. NUNCA FIQUE COM FEBRE EM CASA, PRINCIPALMENTE SE REALIZOU QUIMIOTERAPIA RECENTE.

O INCA dispõe de página que orienta sobre os riscos da quimioterapia. A ABRALE é uma instituição sem fins lucrativos que além de dar apoio a pacientes e familiares com patologias sanguíneas possui um site que fornece muitas orientações também.

Reprodução do site da ABRALE

Deixo aqui também o site da JAMA Oncology que explica para pacientes o que é a neutropenia febril.

Existem diversas publicações que ajudam pacientes e familiares com explicações sobre o tratamento oncológico e suas ocorrência e complicações relacionadas. Deixo algumas abaixo:

Não deixe de ver também o vídeo postado no nosso canal do YouTube com uma animação sobre a NEUTROPENIA FEBRIL.

Animação sobre Neutropenia febril

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