HIV e o Dia Mundial de Combate à AIDS

Dentre os acontecimentos ocorridos nos anos 1980 o surgimento da pandemia por HIV foi algo que marcou a década. O recém-descoberto vírus causava a morte de pessoas com doenças que eram raras, a exemplo do Sarcoma de Kaposi, e associadas a pessoas que comumente possuíam outras doenças que comprometiam o estado imunitário do paciente. O vírus descoberto pelos grupos dos cientistas Robert Gallo e Luc Montagnier

Curiosidade: Pesquisadores analisando plasma de pacientes oriundos do continente africano de 1959 a 1982 identificaram material genético do HIV-1 de um paciente, cuja amostra foi coletada em 1959 em Leopoldville (atualmente Kinshasa, na República Democrática do Congo), sugerindo qua a adaptação para espécie humana se iniciou há um tempo significativamente anterior à descoberta do vírus em meados dos anos 1980.

World AIDS Day 2020 | SHARE
Um dos cartazes da campanha do Dia Mundial de Combatre à AIDS em 2020.

O surgimento da AIDS foi sem dúvidas um dos acontecimentos marcantes do século passado. No rastro do vírus além de morte veio também preconceito e divisão. Assim desde 1988 foi criada a iniciativa do Dia Mundial de Combate à AIDS. Nesse ano temática aborda o compartilhamento de responsabilidades e a necessidade de solidariedade global com objetivo de reduzir iniquidades que o HIV traz, principalmente no continente africano.

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O Dia Mundial de Conscientização da AIDS ocorre anualmente em 1º de dezembro desde 1988.

Como profissionais de saúde temos o papel de divulgar informações relevantes a fim de mitigar o sofrimento e contribuir de forma relevante para a melhora da qualidade de vida das pessoas.

Procure saber mais em:

Sugestões sobre o tema

Livro de Valéria Polizzi que retrata como sua vida mudou a partir de ter contraído AIDS aos 16 anos.
E A Vida Continua (1993) - História da descoberta do HIV ...
Título no Brasil: E a vida continua.
Filme retrata de forma bastante fiel a trajetória pela descoberta do vírus na década de 1980.

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Dia do médico. O que verdadeiramente nos motiva?

O que é para mim ser médico?

Se o leitor retornasse no tempo, não muito tempo, cerca de 3 anos atrás e lesse um texto meu reportando o que é ser médico imaginaria que era outro autor, por conta de tão distinto ser o texto. O que mudou? Mudou em mim a ideia de ser médico? Aconteceu algo?

Retornemos um pouco no tempo para ser mais exato no dia 02 de março de 1998, aula inaugural com dr. Rodolfo Teixeira (in memorian). O relato daquele ilustre professor que olhando face a face daquele grupo de quase 80 jovens é indescritível. “Faria tudo para estar no lugar de vocês, começando tudo de novo!” Hoje entendo perfeitamente o que tentava nos dizer e que, certamente, não compreendemos com a devida profundidade naquela época, alguns ainda hoje não entendem. Pouco mais de uma semana depois outra personalidade incrível da medicina baiana repetia, ao seu modo, palavras semelhantes. Dra. Maria Tereza Pacheco (in memorian), primeira médica legista do Brasil, também nos revelou que ser médico era muito mais do que aquela formação que estávamos iniciando ali. “Não há ninguém que se sinta mais ‘doutores’ que vocês e aqueles que terminam o doutorado” afirmou na sua primeira aula ao lado daquele que seria futuramente o nosso paraninfo na formatura, dr. Antônio Nery Filho.

Foto por Pixabay em Pexels.com

Somente com esses nomes não precisaria muitas palavras para dar uma pequena, mas significativa dimensão, do que é ser médico e do valor que tais profissionais tem na nossa formação humana, ética e científica. Porém gostaria de descrever a minha concepção também, longe de me comparar com os mestres citados.

Na Faculdade de Medicina tivemos muitos bons exemplos, outros poucos nem tanto. E o maior exemplo, como afirmam, vem daquilo que é verdadeiramente demonstrado, ou seja, de fato do EXEMPLO, não apenas do FAÇA ISSO. Ao sair do período de formação universitária vivenciamos outra realidade, bem distinta do ambiente “protegido” presente na faculdade. É o mundo real, a vera, a pura realidade a ser vivida muitas vezes sozinho. Nunca o conceito da “mente mestra” foi tão significativo como a partir daquele momento, ou seja, se não teve pessoas que acrescentam a sua formação, não apenas fornecendo informações, mas também orientando como buscá-las, julgá-las e saber quando e qual decisão tomar, estamos fadados ao que denomino ostracismo do conhecimento. Seremos repetidores sem julgamento crítico, bem distinto dos professores mestres.

A residência médica foi um período em que “mentes mestras” ainda estavam presentes e da mesma forma nos orientavam a sermos melhores. “Ela não pediu para ficar doente, optamos em tratá-la, vem a complicação do tratamento, desistimos dela? O que motivou iniciarmos o tratamento não está mais lá?” Perguntas como essas do dr. Reinaldo Dal Bello eram recorrentes e nos faziam sempre lembrar dos princípios que devemos buscar no exercício da medicina: beneficência, não-maleficência, autonomia do paciente e a justiça.

Foto por Retha Ferguson em Pexels.com

Após concluída residência médica  estamos verdadeiramente sozinhos e, de fato, me senti muito sozinho em muitos momentos. Exatamente nesses momentos que começamos a enxergar o lado meio vazio do copo da medicina acumulando notícias ruins, cansaço, a falta de reconhecimento, rotina estressante, entre outras coisas. Porém, apesar de saber que isso tudo existe, passei a observar o lado meio cheio do copo, e não teria sido assim se não tivesse mentes mestras. Como fazer isso com tudo de ruim que acontece? 

  • Sorria e reconheça o valor do sorriso, como afirma Dale Carnegie no seu mais famoso livro (Como fazer amigos e influenciar pessoas) “Ações falam mais alto que palavras e um sorriso diz: ‘Gosto de você. Você me faz feliz. Estou satisfeito por vê-lo.’
  • Ouça mais e fale menos, isso é bíblico! Médico tem que ouvir, “Quem guarda a sua boca guarda a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.” Provérbios 13: 3
  • Palavras como bom dia, por favor e perdoe-me, desarmam qualquer tentativa de desestabilizá-lo. Se mesmo assim a situação adversa prossegue, faça seu trabalho como sempre faz, sem distinção.
  • Plante coisas boas, para colher bons frutos. Isso vale para tudo na vida, inclusive para ser médico. Médico sem ter colegas com quem contar na hora da dúvida e de uma ajuda, continuarão sozinhos.
  • Devemos nos cercar de quem é uma boa influência, como diz o Jim Rohn, que foi mente mestra de diversas pessoas de sucesso, “cerque-se de pessoas que têm algo de valor para compartilhar com você. O impacto deles continuará a ter um efeito significativo em sua vida quando eles se forem.”
  • “A felicidade não é por acaso, mas por escolha,” também do Jim Rohn
  • Não procure motivadores externos, a verdadeira motivação deve estar no nosso interior, fazendo aquilo que gosta. Como diria Confúcio, “Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.”
Foto por Karolina Grabowska em Pexels.com

Hoje tento buscar o conhecimento que agrega valor a minha jornada, que permitirá no futuro eu deixar um legado verdadeiro, para aqueles com quem me importo. Deixo ao valor da insignificância o que de fato somente me fará perder tempo e pessoas que não me importo, pelo mesmo motivo. E o tempo…, o tempo é muito valioso para discutirmos sobre inutilidades e com quem não acrescenta absolutamente nada. E foi assim que comecei a ter de volta a motivação que tinha sido reduzida há alguns anos atrás do real valor de ser médico. Deus deu-me a possibilidade de ser o que sou hoje, e sou muito grato a ter tido oportunidade de ter me formado, ter tido pais que me incentivaram, mentes mestras inspiradoras, esposa companheira de jornada, colegas amigos, pois nada seria sem esses apoios fundamentais. E claro, … a motivação está dentro de nós mesmos.

“Muito fácil falar, mas eu queria que você tivesse ou fosse….” Antes que complete a frase deixo a seguinte dica para aqueles que somente veem os problemas. – Foco na solução, reconheça que o problema existe, mas busque como resolvê-lo, apenas falar não o fará deixar de existir. 

Feliz dia dos médicos, sem aqueles clichês que aparecem a todo momento.

O conceito da mente mestra (mastermind) foi criado por Napoleon Hill, no seu livro A lei do triunfo afirma que a união de duas mentes fornece resultados superior ao que seria cada uma isoladamente. Isso também é relatado no trecho bíblico: “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.” (Eclesiastes 4:12) Aqui segue o link se tiver interesse no livro. Esse conceito apesar de ser muito difundido no mundo corporativo pode ser expandido a diversos campos do conhecimento, a medicina não é diferente.

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O que é ser professor?

Hoje se comemora o dia do professor. Sei que muitos afirmarão que não há nada a ser comemorado. Eu afirmo o contrário, pois no exercício da minha gratidão, sou muito feliz por ter tido muitos mestres. Alguns de fato foram apenas a função burocrática de ser professor, outros que eu recordo com muita afeição, foram verdadeiros líderes no que faziam, se destacavam pela motivação e, dessa forma, eram inspiradores.

Acredito que a motivação da pessoa não deve depender, para ser verdadeira, de motivadores externos. Como afirma Daniel Pink, no seu fantástico livro Drive: Motivação 3.0, os fatores intrísecos são verdadeiros motores que fazem o trabalho ser prazeroso.

O que verdadeiramente nos motiva?

Eu tinha também a necessidade de ter algo motivador externo para que eu tivesse o prazer em ser médico. Isso mudou nos últimos anos, e não tem nada a ver com a parte financeira, que não mudou muita coisa. Tem sim muita inflência de como eu vejo o meu papel como profissional que sou. Ao invés de buscar algo exterior a mim apenas fico grato com o sorriso de saber que se eu não estivesse ali o desfecho do problema daquele paciente poderia ser diferente, como ficou evidente diversas vezes. Resumindo, enquanto não reconhecermos de fato o nosso papel e praticarmos a gratidão por isso, não seremos melhores.

Eu sou o que sou hoje graças a diversos professores: Benedicto Rangel, Shirley, Elza, Sônia, Maria José, Dilma, Raimunda, Geidvan, Inês, Emília, Maria Rita, Irameire, Elto, Maria das Graças, Nivaldina, Vanja, Cláudio, Eduardo Teles, Yomar, Roque, Amélia, Victória Eugênia, Glória Bomfim, Gilberto Bomfim, Cláudia Santana, Carlos Geraldo, Yáskara, Nina, Evaldo, Manoel Barral, Aldina Barral, Luís Freitas, Moisés, Murilo, entre muitos outros que por mera falha na memória não me surgem neste momento, mas a quem também só devo-lhes eterna gratidão.

15 de outubro – dia do professor

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Crédito das Fotos: Unsplash

Embolia e trombose são a mesma coisa?

Apesar de muitas vezes estarem intimamente relacionados não são a mesma coisa.

Vamos aos conceitos de forma simplificada. Trombose é aquela situação em que ocorre a formação de um trombo, ou seja, coágulo anormal dentro de uma vaso, que pode ser artéria ou veia. Então se uma pessoa possui um trombo que oclui a veia chama-se de trombose venosa. Se é numa veia profunda, que não é próxima da superfície da pele, chama-se então trombose venosa profunda, ou simplesmente, TVP. Se por algum motivo o trombo ou parte dele se desloca na corrente sanguínea provocando repercussão em outros órgãos chama-se de embolia, ou tromboembolismo.

crop doctor with stethoscope preparing for surgery in hospital
Foto por Retha Ferguson em Pexels.com

Por outro lado, a embolia não significa apenas que há um coágulo que migrou de um lado para outro, apesar de ser uma das principais causas. Existe embolia por outras causas tais como gasosa provocada pequenas por bolhas de gás, embolia séptica quando ocorre migração de agentes infecciosos como as bactérias, até mesmo líquido amniótico pode provocar embolia quando há entrada daquele líquido na corrente sanguínea, geralmente em situação de partos bastante complicados. Resumindo, a embolia é quando ocorre o deslocamento de algo pelos vasos sanguíneos que pode provocar efeitos em outros órgãos, geralmente porque obstrui o fluxo de sangue naquele órgão ou região.

Como afirmei nas linhas anteriores o tromboembolismo é uma causa importante de morbidade, que pode provocar complicações sérias ou mesmo risco de morte, se não realizado o diagnóstico preciso e tratamento adequado. Quando ouvimos sobre embolia primeiramente nos surge a ideia de tromboembolismo pulmonar, mas lembro que o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser embólico também, geralmente de trombo localizado no coração em pessoas que tiveram arritmia, por exemplo. Então percebemos que a avaliação de trombose e embolia não deve ser desdenhada, pelo contrário devemos ter como profissional de saúde o papel de informar aos pacientes os riscos e formas de evitar esse grave problema.

Algumas situações elevam o risco de trombose tais como sedentarismo, obesidade, tabagismo, câncer, gestação, puerpério, restrição no leito ou imobilidade prolongada. Outros fatores são mais difíceis de se controlar, que são os fatores genéticos. A presença desses fatores, sejam hereditários ou não, numa pessoa é chamado estado protrombótico também chamado trombofilia, ou seja há uma elevação da chance de se ter trombose em algum momento.

Já o paciente que teve trombose e/ou embolia deve se atentar e seguir rigorosamente o tratamento, geralmente baseado em medicações anticoagulantes, pois esse tratamento tem seus riscos também.

Assim sempre se mantenha informado, busque medidas que promovam sua saúde, pois muitas vezes reduzem os riscos de trombose e suas complicações. Tem o problema? Busque profissional qualificado como cirurgião vascular, hematologista, cardiologista.

Exercícios físicos estão dentre as principais medidas que auxiliam na prevenção de trombose.
Foto por Anna Shvets em Pexels.com

Com dúvidas sobre trombose? Tem alguma curiosidade que envolve a coagulação? Essa postagem pode ajudar alguém? Compartilhe.

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Púrpura trombocitopênica imunológica, ou simplesmente PTI.

Quando a contagem de plaquetas caem a valores considerados abaixo do normal denominamos de TROMBOCITOPENIA, é uma doença? É grave? Há como evitar? Essas são perguntas corriqueiras e vamos tentar respondê-las de forma simples.

Como mencionado anteriormente a definição de trombocitopenia é a redução da contagem de plaquetas no hemograma. As causas são diversas e possuem tratamentos e evoluções diversos também.

Todos precisam de tratamento?

Não. Mas deve-se buscar a causa sempre, pois os valores não são absolutos para cada indivíduo, ou seja, depende de variáveis como tempo de surgimento, idade, a causa da trombocitopenia, acesso a serviços de saúde e até mesmo a profissão pode ser considerada para início do tratamento.

O tratamento é dependente de uma avaliação rigorosa pelo Hematologista sobre o risco de sangramento.
Foto por Pixabay em Pexels.com

Quais são as causas?

Na maioria das vezes não há uma causa aparente, apesar de se atribuir a origem autoimune, ou seja, anticorpos e o próprio sistema imunológico da pessoa protagonizam a destruição das próprias plaquetas. Pessoas com alguma doença autoimune possuem risco maior de possuir esse tipo de “autodestruição plaquetária”, como lúpus eritematoso sistêmico, por exemplo. Quando ocorre a destruição autoimne das plaquetas denominamos de PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IMUNOLÓGICA, ou simplesmente PTI.

Todos podem ter PTI?

Sim. Porém é uma patologia de comportamento diferente entre adultos e crianças. Enquanto nos adultos a maioria das vezes não consegue-se identificar um fator desencadeador, nas crianças quase sempre há uma infecção antecedendo o surgimento. Em crianças muitas vezes não ocorre o tratamento, ficando a conduta expectante como padrão na maioria das vezes, pois pode reverter espontaneamente e o tratamento sendo restrito aos casos com maior queda e/ou risco de sangramento. No adultos ocorre o oposto, ou seja, na maioria das vezes esses são tratados, pois a reversão espontânea não é comum. Outra diferença entre as faixas etárias é que em crianças a cronificação, ou seja a necessidade de tratamento prolongado, é incomum, já nos adultos são comumente submetidos a tratamentos prolongados, não raramento mais de um.

Infecções causam queda das plaquetas?

Sim. As plaquetas podem cair devido a quadros infecciosos diretamente ou indiretamente. Indiretamente é quando ocorre o que foi citado no item anterior, ou seja, anticorpos e o sistema imunológico da pessoa em resposta a uma infecção pode levar a redução da contagem de plaquetas. Por outro lado, quadros infecciosos tanto virais como bacterianos podem levar a destruição direta das plaquetas.

Equimoses são achados comuns em portadores de PTI.
Foto por Micah em Pexels.com

Qual o perigo da queda de plaquetas?

Como afirmado anteriormente é muito variável o impacto da queda de plaquetas na vida pessoa. uma coisa é certa, se muito baixa ocorre a elevação do risco de sangramento. Isso costuma ocorrer quando a contagem é inferior a faixa entre 30.000 e 50.000/mm3. Mas deve ser avaliado todo o quadro do paciente a fim de se verificar melhor esse risco. Por exemplo, se a pessoa utiliza medicações que afetam o funcionamento adequado das plaquetas, como a aspirina, valores alvo podem ser maiores. O mesmo ocorre em pacientes portadores de problemas hepáticos (do fígado) em que ocorre alteração de coagulação, assim é necessário alvos de plaquetas habitualmente maiores.

Como se deve saber se deve ou não se tratar?

O hematologista deve avaliar criteriosamente a causa da trombocitopenia, inclusive afastando a possibilidade de patologias malignas. Por isso a pessoa com trombocitopenia deve ser minuciosamente examinada por meios de análise clínica e laboratorial a fim de indicar a necessidade de terapia. Logo a avaliação por hematologista é essencial. Da mesma forma, o paciente deve detalhar toda a história dele. Detalhes como início, presença de sangramento, história de cirurgias prévias, assim como procedimentos dentários devem ser lembrados e referidos na consulta.

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Fundamentos de Hematologia – Victor Hoffbrand, em português.

Se é estudante da área de saúde e deseja conhecer um pouco mais sobre hematologia fica a dica de um livro. Tem uma postagem com outros também.

Leucemias Agudas

As leucemias agudas são um grupo de patologias do sangue que levam a substituição da produção normal de sangue por células malignas. Essa células malignas, chamadas de blastos, se disseminam no sangue comprometendo, além da produção normal de sangue, outros órgãos como baço, fígado, sistema nervosos central, por exemplo.

As leucemia linfoides agudas são as principais doenças neoplásicas que acometem as criaças. É o tipo de câncer mais comum nessa faixa etária.

Há 2 grandes grupos de #leucemiaaguda as linfoides e as mieloides.

As leucemias linfoides aguda (LLA) são mais comumente diagnosticadas em crianças, e as mieloides é uma doença que se relaciona de forma mais evidente com o envelhecimento da população sendo, dessa forma, mais prevalente em adultos.

Nesse mês de setembro ocorre a campanha de conscientização para o diagnóstico e cuidado do câncer infantil. A #LLA é o câncer mais prevalente de criança e, se fornecido o adequado cuidado e tratamento, pode ser curado. Aliás, muito do que se conhece atualmente em LLA é consequência de muitos estudos realizados em faixa pediátrica, permitindo extrapolar esse conhecimento, com as devidas limitações, para adultos. Isso permitiu também a melhora no tratamento de pacientes adultos, principalmente os mais jovens, portadores de LLA, porém ainda aquém do notamos em crianças.

Apoie a iniciativa do #setembroamarelo, compartilhe e divulgue.

Nosso canal de hematologia fez um vídeo para explicar, de forma simples e resumida, um pouco sobre as leucemias agudas.

Há diversas formas de ajudar pessoas que estão sendo submetidas ao tratamento oncológico, inclusive as crianças. Vou sugerir uma que é bastante simples: #doesangue

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